segunda-feira, 12 de janeiro de 2009

«A quem faltar a capacidade de colocar antolhos a si mesmo (...) e de se convencer de que o destino da sua alma depende da correcção ou não da interpretação de determinada passagem de um manuscrito, será sempre um estranho à ciência e ao estudo...».
Max Weber

sábado, 10 de janeiro de 2009

As cores da vida com Rothko






quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

ás voltas...

com a vida...

terça-feira, 6 de janeiro de 2009

ler, ler, ler


Livros!!!

segunda-feira, 5 de janeiro de 2009

2008

Tenho dedicado uma parte dos últimos dias a ler as dezenas de moleskines que registaram o meu ano de 2008.
Todo este trabalho visa tentar não perder uma única ideia das que foram surgindo ao longo do ano e que por variadas razões não poderam ser implantadas, estudas ou maturadas. As ideias são o produto mais precioso do século XXI. Se às ideias juntarmos a vontade e a exequibilidade podemos estar certos que somos protagonistas de mudança e não apenas peças instrumentais do devir histórico.
Aproveito sempre para ler as notas. As notas laterais que vou escrevendo à medida que a vida se faz obra. As minhas moleskines estão carregadas de notas. Sempre fui assim. Anoto tudo. Minuciosamente, paulatinamente, sem pressa. Como se estivesse sempre a preparar uma reportagem.
Descobri que a verdade ontológica dos meus dias está justamente nas notas. E as notas durante o ano de 2008 traduziram sucessivamente a angústia do esforço de empreender, a fadiga provocada pela procura, e traduziram muitas vezes o medo, o medo de não ser capaz de encontrar a solução certa no dia e à hora aprazada.
Vamos ver se em 2009 sou mais rápida na procura do acervo das soluções.

domingo, 4 de janeiro de 2009

Se poder...

deve ler...

sexta-feira, 2 de janeiro de 2009

Chapeleira alemã

Quando é que nós portugueses permitimos aos nossos jovens o acesso a profissões como esta de
chapeleiro (a) num Teatro de Ópera.
O que diriam os pais portugueses aos filhos que quisessem seguir esta especialidade de design de moda?
Nesta passagem de ano conheci uma chapeleira alemã de um Teatro de Ópera alemão. Fiquei fascinada com a ideia de alguns jovens europeus poderem dedicar-se a actividades criativas alternativas.
Nós, aqui no rectangulo, continuamos a querer ser (apenas) doutores, engenheiros, gestores, arquitectos, (...).
Das industrias criativas, responsáveis por 32% do tecido económico europeu, ainda nem ouvimos falar...
Pois sim?